SÃO PAULO – Um fato inusitado chamou a atenção de centenas de pessoas que aguardavam na fila do INSS na manhã de hoje na capital paulista.

O ex-presidente Lula, acompanhado de assessores, foi até o local e, conforme informação prestada por uma fonte sigilosa e de procedência pouco fidedigna, teria dado entrada num pedido para receber auxilio reclusão.

“Como a casa tá caindo, ele deve estar se precavendo e adiantando logo o pedido para não deixar os filhos desamparados enquanto cumpre pena”, declarou dona Francisquinha, 86, aposentada.

O fato não foi negado, nem desmentido pela assessoria do ex-presidente.

Especialistas em direito previdenciário afirmam que “o auxilio reclusão só é para quem estiver recluso. Caso Lula tenha mesmo feito o pedido para sua pessoa, estaria inovando ao fazê-lo de forma preventiva.”

 

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  1. É cediço que o auxílio-reclusão é um benefício devido apenas aos dependentes do segurado do INSS, ou seja, que contribui regularmente preso em regime fechado ou semiaberto ou vice versa, durante o período de reclusão ou detenção. O segurado não pode estar recebendo salário de empresa nem benefício do INSS.

    Lula, ou Lapa de Ladrão, para justificar sua necessidade em entrar na fila para receber o auxílio-reclusão, alegou que o corte no dedo midin, que o privou de trabalhar para ser sindicalista, aconteceu porque um diretor da empresa onde Lula “trabalhava” no ABC o mandou descascar um coco catolé vindo da Paraíba para ele, o dono da empresa, e tirar a prova dos nove que o coco catolé é melhor do que o tira gosto pistache dos EUA.

    Mesmo não apresentando qualidade de segurado na data da prisão, estar recluso em regime fechado ou semiaberto, em colônia agrícola, industrial ou microempresa e possuir o último salario contribuição no valor previsto na legislação para ter o benefício, Lapa de Ladrão, utilizando-se do jeitinho brasileiro, e corrompendo um flanelinha para se disfarçar de aprendiz de cotó do dedo, teve a benevolência dum funcionário e conseguiu o benefício. Viva o jeitinho brasileiro! Viva o arranjadinho!

    No Brasil, o malandro esperto se dá bem em tudo! O trabalhador honesto se fode!

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