Em ato realizado na tarde de hoje na sede do sindicato nacional dos intelectuais progressistas, parlamentares da chamada “bancada do empoderamento”, denunciaram o machismo da sociedade brasileira e se disseram vítimas de “uma verdadeira caça às bruxas”.

Presente no evento, a deputada Jandira Feghali, PCdoB-RJ, afirmou que muitas vezes elas são chamadas de “bancada feminina” só pelo fato de serem mulheres.

É preciso acabar com esse tipo de rotulação”, declarou.

Jean Wyllys, também presente no evento, afirmou que a condenação recente do ex-presidente Lula foi motivada por machismo e lamentou que a cultura patriarcal e cafona, “daqueles cujas vozes não combinam com suas respectivas caras”, estejam ditando as regras no cenário policial brasileiro.

A declaração foi tomada como uma indireta pelos travestis presentes no local, que, com suas vozes nasais, pediram esclarecimentos ao deputado, que desconversou.

O evento teve que ser encerrado por conta de um mal entendido, ocorrido após vizinhos do local que o sediava denunciarem o encontro à polícia ambiental, que findou comparecendo ao local, mas se retirado em seguida afirmando que não poderiam fazer nada a respeito, aconselhando aos moradores chamarem um exorcista.

Acatando a recomendação da polícia, os moradores acionaram o padre da paróquia, que compareceu ao local, mas acabou desistindo de dar continuidade à sessão de exorcismo.

“Isso aí não tem exorcista que dê jeito”, declarou o religioso.

1 COMMENT

  1. Quando fazia campanha aqui na RUA FREDERICO MULLER para deputada federal, a hoje parlamentar JANDIRA FEGHALI PINGUELÃO, sentiu uma vontade louca de mijar e não encontrava nem um boi de Curitiba por perto para despejar o vinagre, foi quando lhe surgiu a ideia de se esconder por trás de três amigas que a apararam com as saias.

    Sem perceber, devido às presas do mijo quase saindo ela taiada, PINGUELÃO, deu uma puta mijada na cabeça dum mendigo que ali estava dormindo. Quando percebeu que estava todo molhado de água quente na cara, o mendigo se levantou e murmurou: moça, que óleo de peroba é esse que está saindo da sua calcinha, deixe-me provar o casco. O casco não, o talo.

    Foi quando a candidata a deputada federal pelo PCdoB-RJ, percebendo o constrangimento, subiu a lingerie e enxugou a taiada com papel higiênico toda sem graça, mas aliviada do mijo!

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