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Joselito Müller | Jornalismo Destemido
Joselito Müller | Jornalismo Destemido

Exclusivo: TPM’s, ciúmes e 2 sogras levam defensor do “poliamor” a mudar de ideia

Beneficiado de uma das primeiras decisões do STF que reconheceram união poliafetiva entre um homem e duas mulheres do sexo feminino, o profissional de designe Felizardo Tristão Gastão Dignatário da Silva, 32 anos, luta agora na justiça para dissolver sua união estável e se destaca como um dos mais ferrenhos defensores da monogamia.

Sua vida conjugal, invejável segundo muitos de seus conhecidos, não era necessariamente um mar de rosas, como revela com exclusividade à nossa reportagem.

Todo fim de semana eu tinha que revezar o sábado e o domingo na casa de uma das minhas duas sogras, tinha que comprar dois presentes no dia dos namorados, aniversário de relacionamento, e ambas implicavam dizendo que o presenta da outra era melhor”, afirmou.

O pior, no entanto, é que por obra do capeta, o ciclo menstrual das duas esposas coincidiam sempre, fazendo com que Felizardo tivesse que suportar duas TPM’s simultâneas todos os meses.

Eu pensava em me jogar da janela do apartamento, mas como moro no primeiro andar, o máximo que poderia acontecer era elas brigarem comigo por acharem que eu queria fugir pro bar”, explica.

Ele revelou também que ambas eram muito ciumentas e ficavam mandando indiretas uma para outra no grupo do whatsapp que mantinham.

Além disso, ele tinha que comparecer em dose dupla com cada uma todas as noites.

Brother, eu tinha que dar quatro todo dia. Duas com cada uma. Não tem cristão que aguente um negócio desses”, lamenta.

Não suportando mais as agruras do poliamor, Felizardo decidiu se separar, mas teve que encarar um outro problema que não havia previsto: seus bens foram divididos por três e a ele só coube ficar com um terço de todo seu patrimônio.

“A sorte é que eu não tinha nada mesmo, então acho que não posso considerar que tive prejuízo”, desabafa.

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