Camelô que vendeu camisa dada a Trump por Bolsonaro defende comércio com a China

RIO DE JANEIRO – Entre as muitas gentilezas ocorridas no encontro entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, a troca de camisas das seleções dos seus respectivos países chamou a atenção.

Um detalhe, até o presente momento, ignorado pela imprensa tando dos Estados Unidos como do Brasil, é o fato de a camisa da seleção brasileira, dada de presente ao chefe de estado norteamericano, foi comprada em um camelô que trabalha no centro do Rio de Janeiro.

Quem veio aqui na minha banca comprar foi o Carlos (Bolsonaro) e eu pensei que era pra ele, mas ele me pediu um número maior”, explica Jocicleiton de Souza, que é trabalhador autônomo há mais de dez anos.

Foi uma surpresa quando ele me disse que a camisa era para dar de presente para o Donald Trump”.

Ele explica que, diante da informação, recomendou que o filho do presidente Bolsonaro levasse um modelo chinês, da marca “Mike”, que, segundo Jocicleiton, “é quase a mesma coisa da camisa original”.

Estou muito lisonjeado com a confiança do presidente. Ele sempre compra camisa do Palmeiras aqui comigo, mas nunca pensei que um dia eu ia vender um produto que ia ser dado de presente para o homem la da Casa Branca”, declarou.

Eu estou ligado nessas paradas de geopolítica e sei que o Brasil quer manter boa relações comerciais com os Estados Unidos e com a China. Então nada melhor, pra fortalecer esse mercado, que dar uma camisa made in China para o presidente dos Estados Unidos, não é mesmo”, declarou o camelô.

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