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Rio de Janeiro – O crime organizado do RIo de Janeiro e São Paulo se uniram às demais facções e quadrilhas espalhadas pelo Brasi e lutam contra a pena de morte aplicada na Indonésia.

Segundo os líderes do crime organizado, os mais prejudicados com as penas de mortes aplicadas são os consumidores.

“Essa situação é desumana e comercialmente desleal. Se isso acontecesse no Brasil, teríamos que vender outras drogas, como anúncios na Rede Globo e em últimos casos, até mesmo trabalhar”, disse FHJ, 17 anos, que trabalha no Morro do Alemão vendendo drogas.

“Uns moleque de Paraisópolis estão pensando em até voltar pra escola. Si nóis morre, vai sê dificil pros parças e pras famílias. Tamo até pensando em si unir e protestar em Brasilia.”, diz THM, 15 anos e gerente do tráfico na Zona Sul de SP.

Dilma Roussef, não quis comentar o caso, mas o porta-voz da presidência disse que todos os esforços serão feitos para que o comércio entre os dois países continue e que o fornecimento de drogas seja restabelecido.

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