BRASÍLIA – O parlamento brasileiro, cumprindo sua missão de facilitar a vida do cidadão, tem se empenhado em criar normas regulamentando cada ato da vida civil, evitando, deste modo, que as pessoas fiquem desprovidas de proteção estatal.

Atos como cagar, bater punheta, comer alguém, entre outros, têm sido objetos de discussão e muitas dessas tarefas do dia a dia estão suscetíveis de regulamentação, caso os projetos de lei com tais elevados propósitos sejam aprovados.

Na semana passada foi apresentado um projeto de lei de suma importância para a República, visando regulamentar o uso recreativo do órgão excretor.

Assinado por uma “Comissão de notáveis”, a proposta, além de tratar de assunto deveras importante que, infelizmente não foi abordado pela Constituição Federal, denota que os altos salários pagos aos parlamentares não são em vão.

Ainda não foi confirmado a data de discussão da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, mas o presidente da mesma já adiantou que seu parecer será favorável.

“É um absurdo que ninguém tenha pensando em regulamentar isso antes”, exclamou.

4 COMMENTS

  1. É mais uma boa lei progressista que chega antes tarde do que nunca, normatizando uma conduta sexual a que todos deveriam se submeter ao menos uma vez na vida, antes de saírem falando bobagens contra os homoafetivos. Ainda mais depois da infeliz frase do candidato de ultra direita Levy Fidelix, de que “órgão excretor não reproduz”, provando definitivamente que a elite golpista nada entende de biologia e reprodução humana. E sugiro ao nobre deputado Jean Willys que inicie logo a luta em prol dos pedoafetivos, esta categoria tão perseguida pelas preconceituosas redes sociais.

  2. Acho que já passou da hora de termos um Código Brasileiro de Diversidade Sexual que regulamentasse a sodomia, a zoofilia, a troca de casais, a orgia e as surubas em geral normatizando os reflexos da diversidade no Direito de Família e no Direito Previdenciário.

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