Um incidente tragicômico envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e um petista que não teve a identidade revelada despertou gargalhadas e prantos na manhã de hoje em uma reunião de sindicalistas em São Bernardo do Campo.

Na ocasião, o ex-presidente ia proferir uma palestra, quando foi abordado pelo fã, que de cara, disse não acreditar em nenhuma acusação contra qualquer petista que seja.

“Esse negócio do Vaccari, que a mídia fica explorando, dizendo que ele pedia propina, utilizando o nome do Pixuleco, é a história mais ridícula que já ouvi na vida. Em solidariedade a ele eu tatuei o Pixuleco no meu braço”, falou o petista, mostrando uma tatuagem do mascote da copa das copas, o Fuleco.

Ao ver a tatuagem e se dar conta do equívoco, o ex-presidente Lula, após alguns segundos de irritação, abriu um sorriso e consolou o companheiro.

“Porra, companheiro, tu confundiu os nomes dos negócio.”

O fã de Lula, visivelmente desapontado, disse que havia feito a tatuagem poucas horas antes, com objetivo de mostrá-la a Lula.

“Poxa, eu pensava que Pixuleco era o mascote da copa das copas. Pior que nem vou poder cobrir a tatuagem agora. É bem recente, ainda nem cicatrizou e está ardendo muito”, declarou apontando para o braço.

O episódio chamou a atenção dos presentes, que aproveitaram a oportunidade para serem fotografados com o ex-presidente.

“Vou aproveitar para tirar uma foto enquanto ele (Lula) não foi preso. Como falei, ainda estou com o Fuleco ardendo, mas estou feliz”, disse o rapaz da tatuagem.

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Joselito Müller é um personagem fictício que retrata as notícias do cotidiano. Numa classificação, seria um super-herói defensor dos… Defensor de nada, Joselito Muller é um personagem fictício que faz paródia de figuras públicas em situações cômicas. Nada é neste site é verdade, mas poderia ser. Além do charme, Joselito Müller é um competente jornalista, pioneiro no jornalismo de ficção brasileiro. Foi eleito três vezes consecutivas como um dos maiores filhos da puta da América Latina, além de ter sido indicado para o Pulitzer de reportagem mais escrota em 2013 e 2014.

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