PORTO ALEGRE – Após a recente aprovação de lei que obriga cota de 20% de mulheres nos quadros de motoristas do aplicativo Uber, centenas de motoristas que trabalham usando o aplicativo decidiram cumprir a imposição legal de uma maneira criativa.

Exatamente 20% deles se autodeclararam mulher, contemplando deste modo o teor da lei, que foi proposta por uma vereadora do PSOL.

A lei tava servindo só para aumentar o machismo, já que muitos motoristas estavam obrigando suas esposas a deixarem seus empregos para se tornarem motoristas do Uber. O pior é que muitas delas não sabem dirigir e muitas que sabem dirigem mal, então achamos por bem nos autodeclararmos mulher para ficar em conformidade com lei.”, disse um motorista.

 

A iniciativa dos profissionais desagradou a vereadora Fernanda Melchionna, autora da proposta, que qualificou a atitude de “manobra machista”, e enfatizou que seu projeto visa e inclusão de “mulher, mulher mesmo”, na condição de motorista.

Por conta da declaração, os motoristas estudam a possibilidade de processar a vereadora por misoginia.

* Sugerido por Victor Lemos

2 COMMENTS

  1. Prezado Joselito, por essa nem você nem ninguém esperava: Já dizia o poeta morto: O tempo não para. Pensando nisso e pensando (e ainda comemorando a publicidade da proposta acima) e pensando (esse pessoal do Psol não pára de pensar) na matéria a seguir: http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/10/17/nome-neutro-nao-basta-para-uma-criacao-sem-estereotipo-de-genero-mas-ajuda.htm…. O Psol , aproveitando a onda da lei proposta acima, resolveu que irá propor para todos que nascer o direito a cota mínima de 50% de ser mulher, ou seja, toda pessoa que nascer terá o direito de ser 50% no mínimo mulher e 50% homem, válido tanto para os homens quanto para as mulheres. Já está provocando controvérsia Essa é uma matéria para ser comentada e divulgada pelo destemido repórter Joselito Muller

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