BRASILIA –  Diante da desvalorização acentuada do Real e o correspondente aumento do preço do trigo, o governo brasileiro anunciou, na data de hoje, uma nova Política Nacional de Alimentação e Nutrição.

A nova política, também conhecida como “Política de Substituição de Ingredientes”, visa aumentar a autonomia do país diante das ameaças à soberania nacional.

De acordo com a  proposta do governo, será permitido a substituição de parte do trigo no “pãozinho”, um dos mais tradicionais alimentos nas mesas dos brasileiros, por “serragem de madeira com qualidade para farinha de panificação”.

“Se a gasolina da Petrobras contém 27% de álcool e água filtrada, por que não podemos também ter 27% de serragem nos pães?”, indagou Marco Aurélio Garcia, assessor estratégico da presidência.

O estrategista argumentou que, enquanto boa parte do trigo consumido no Brasil é importado dos imperialistas norte-americanos, temos muita serragem de excelente qualidade nutritiva já produzida no Brasil.

Para suprir a nova demanda, o IBAMA informou que haverá a liberação de 20 milhões de metros cúbicos de mogno mediante pagamentos depositados nas contas dos fiscais, procedimento de praxe adotado desde a criação do instituto em 1989.

mendigo rejeita novo pãozinho com 27% de “serragem alimentícia”
mendigo rejeita novo pãozinho com 27% de “serragem alimentícia”

Na Bolsa de Valores, as ações da Brazil Fudes (BRFS3), multinacional brasileira sediada em Lapão Roliço, sofreram queda expressiva após o anúncio do governo, encerrando o pregão no patamar de três centavos.

O CEO da empresa, Élzio K. Petta, visivelmente irritado durante a nossa entrevista, anunciou que a empresa, líder no mercado de alimentos, aumentará suas plantações de eucalipto para atender a demanda das padarias por serragem alimentícia.

Opositores da nova política nacional no Congresso, liderados pelo Deputado Tiririca, soltaram nota afirmando que, além de aumentar o risco de farpas no aparelho excretor, o consumo de celulose é apenas recomendado para cupins, de acordo com parecer de técnicos do Ministério da Saúde.

Rebatendo essas críticas pontuais, a Deputada Maria do Rosário afirma que a legislação nacional já prevê, em caso de farpas, que as padarias forneçam pinças esterilizadas para uso dos clientes “in loco”.

1 COMMENT

  1. Esta diretriz nutricional já foi adotada na vizinha Venezuela com ótimos resultados. E como as fezes saem mais secas ainda diminui o gasto de papel higiênico , que está em falta na nação-irmã bolivariana por causa do cruel boicote da elite empresarial branca ( Lá também tem ) .

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