WASHINGTON – Após revogar o título outrora concedido à Mara Maravilha Mulher-Maravilha de embaixadora honorária para emponderamento das mulheres (é sério mesmo, confira) a ONU, atendendo críticas, resolveu revogá-lo.

Detratores da personagem a consideram demasiadamente sensual, uma vez que não se enquadra nos padrões de feiura impostos pelos movimentos feministas, excetuando, obviamente, os padrões estéticos do Femen ucraniano, que, indubitavelmente merece nossos aplausos e homenagens.

Dias após revogar o título dado à Mulher-Maravilha, a ONU anunciou outra personagem, dessa vez uma brasileira, como símbolo do empoderamento feminista.

Pouca gente sabe, mas a personagem Blanka, do famoso jogo Street Fight, é uma ativista do movimento feminista, que na história do jogo vive no Amazonas, onde se engaja “nas lutas sociais” após uma viagem ao Acre, onde conhece Chico Mendes e Marina Siva.

Consciente de seu papel na sociedade, Blanka rompe com os padrões impostos pela sociedade patriarcal, e passa a se dedicar a lutar contra machistas como o Ryu e Ken, bem como utiliza da violência contra defensoras de padrões estéticos convencionais, tais como Shun-li, além de fazer sexo anal contra o capital.

A decisão da ONU agradou as ativistas, que dizem ter se identificado mais com a personagem que, certamente faz uso de suas habilidades em artes marciais para se contrapor ao assédio sexual que deve sofrer no dia a dia.

* Sugerido por Augusto Sousa Júnior

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