COOHAB – Na contramão da opinião preponderante entre os machistas e misóginos em geral, defensores dos direitos das mulheres e minorias têm discordado da opinião segundo a qual a prova do ENEM foi uma bosta.
Personagem deveras inteirado do tema “violência contra a mulher”, Netinho de Paula falou com exclusividade à nossa reportagem ao terminar a prova no último domingo.
O pagodeiro, que fez o Exame com objetivo de ingressar em alguma universidade pública, ficou muito surpreso ao conferir a parcial do resultado da prova e constatar que havia tirado a nota máxima na redação.

“Gostei demais da prova e principalmente da redação, já que abordou um tema que conheço com bastante profundidade”, declarou o vocalista do Negritude Júnior, aludindo ao tema “Persistência da violência contra a mulher”.

Netinho, que já se candidatou para o cargo de senador, ocasião em que recebeu apoio de feministas ligadas ao PC do B, elogiou outros aspectos da prova, tais como a polêmica questão que afirma que ninguém nasce mulher, mas se torna.

“O mano Laerte é a prova viva que essa frase está correta”, afirmou.

Netinho, assim como outros milhões de estudantes, aguardam o resultado definitivo da prova, que atualmente é o único meio para ingresso nas universidades federais de todo o país.

SHARE
Previous articleAo tentar renovar habilitação, Dilma é reprovada no psicotécnico e preocupa aliados
Next articleCorintianos parabenizam Lula pelo aniversário de 70 anos
Joselito Müller é um personagem fictício que retrata as notícias do cotidiano. Numa classificação, seria um super-herói defensor dos… Defensor de nada, Joselito Muller é um personagem fictício que faz paródia de figuras públicas em situações cômicas. Nada é neste site é verdade, mas poderia ser. Além do charme, Joselito Müller é um competente jornalista, pioneiro no jornalismo de ficção brasileiro. Foi eleito três vezes consecutivas como um dos maiores filhos da puta da América Latina, além de ter sido indicado para o Pulitzer de reportagem mais escrota em 2013 e 2014.

5 COMMENTS

  1. Uma coisa é a violência contra a mulher . Outra coisa é um tapinha de amor dado por uma vítima do racismo em sua companheira para descarregar a frustração por ser vítima da perversa elite branca.

    • Perfeito, Antonio. Este caso em particular do Netinho não pode ser tomado de forma alguma como violência à mulher. Trata-se objetivamente de um “extravasamento” de um ser humano oprimido por século de dominação branca. Uma ato político jamais pode ser confundido como um agressão qualquer. O camarada Netinho não pode continuar a ser perseguido por essa imprensa golpista como se fosse um sujeito qualquer. Seguindo a ótica do grande presidente Luís Inácio, Netinho pode ser considerado um perseguido político à semelhança de José Sarney, ou mesmo do companheiro Collor, em tempos idos. É necessário um basta a toda essa opressão sobre esse grande representante do nosso cancioneiro popular.

Deixe uma resposta