O livro “Não, senhor comuna!”, de Evandro Sinotti, não deixa pedra sobre pedra das falácias rotineiramente proferidas por essa galerinha que, ao invés de fazer uma leitura do mundo a partir da realidade, tentam submeter os fatos à leitura que fazem do mundo.

De palavras de ordem atuais da esquerda, tais como a defesa de destinação de 10% do PIB para educação – como se tal medida fosse a solução mágica para a lamentável situação da educação na terra de Paulo Freire – à frases de efeito clássicas, tais como “o capitalismo tira a liberdade das pessoas”, Sinotti destrói uma a uma com fontes sólidas e argumentos diretos, tais como os socos do Rock Balboa, frustrando qualquer eventual réplica.

Numa linguagem clara e direta, sem dogmatismo e com ilustrações deveras interessantes, “Não, senhor comuna!” é capaz de deixar ruborizado qualquer militante do DCE que tiver a coragem de lê-lo, caso o dito cujo seja alfabetizado.

É uma obra recomendada para quem, não obstante divergir da esquerda, ainda busca munição argumentativa para enfrentar a horda e desmascará-la.

Creio que é um livro no qual devam ser acrescentados novos capítulos a cada nova falácia propagada pela esquerda, tarefa que, se assumida pelo autor, exigirá do mesmo trabalho hercúleo, haja vista a esquerda não ter muito apreço pela verdade e pela honestidade intelectual no debate.

“Não, senhor comuna!” é um chute nos ovos teórico da esquerda.

Leiam.

3 COMMENTS

  1. Fã das antigas do Joselito Muller. Sei que ocorreu um debate via youtube entre o autor desse livro e uma criatura desprezível chamado Gláuco, um “anarquista” tão anarquista que adora um regime comunista. O debate foi promovido com por um youtube que diz não gostar de ser chamado de Old-Left pois é Marxista-Lênista ou alguma merda do tipo, como esperar dos dois amiguinhos o vídeo foi postado com o título já falando que o Sinotti apanhou…

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