BRASÍLIA – Uma ativista que protestava na tarde de ontem contra a proposta de redução da maioridade penal, em Brasília, protagonizou um episódio tragicômico.

A mulher, que só foi identificada pelo nome de Dolores, protestava, juntamente com algumas, amigas com os seios à mostra e palavras de ordem pintadas no corpo.

Quando posava para fotógrafos de vários jornais, Dolores disse que

“senti uma dedada no meu cu e, quando virei para pegar o agressor, ele me disse que era de menor”.

Foi aí que começou o impasse.

“Como a atitude dele de me dar uma dedada com o dedo médio da mão direita era um estupro em potencial, já que tal dedo representa nada mais, nada menos que uma rola, não vi outra opção senão chamar a polícia para prendê-lo.”

Ela explica que hesitou por um momento, “já que sabemos que a polícia não tem o devido preparo para atender vítimas de violência contra a mulher do sexo feminino, pois a cultura do estupro na sociedade ocidental tende a culpar a vítima nesses casos de estupros em potencial.”

Superada a dúvida a respeito da providência a ser tomada, Dolores procurou a polícia, que prontamente pediu identificação do agressor que, por sua vez, deu sua identidade ao policial comprovando ter apenas 17 anos de idade.

“O policial ainda tentou conduzir ele (o menor) para a viatura, mas eu intervi, dizendo que ele era de menor e eu sou contra a responsabilidade criminal de menores.”

Uma amiga de Dolores, no entanto, discordou e pediu a condução do jovem para delegacia.

“Não podemos ser coniventes com esse machismo”, declarou, o que gerou um impasse insolúvel entre as presentes, já que umas defendiam a punição do “estuprador em potencial”, enquanto outras defendiam a imputabilidade do menor.

Um jovem universitário que assistia a cena declarou que “se ela estivesse vestindo roupas, o menor não teria dado a dedada nela.”

A declaração gerou revolta entre todas as presentes, que finalmente chegando em um consenso, pediram que o mesmo fosse preso em flagrante pelo crime de misoginia.

O universitário, que não teve sua identidade revelada, foi conduzido à delegacia, onde se encontra preso até o presente momento à disposição da justiça.

6 COMMENTS

  1. E ela falou: “olha ai filho da puta, tens meia hora pra me soltar se não vou gritar, abusado”

  2. Eh foda mesmo, se vc eh pego dando uma mijada no muro, eh atentado ao pudor, e essas %&@#* peladonas por ai…lamentável a acao da policia em prender o universitario, e foda se o mundo que eu nao me chamo raimundo

  3. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, o menor devia ter lhe enfiado um cabo de enxada no rabo dessa feminaze, toma, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  4. E os policiais ainda tiveram a audácia de dizer que a melhor forma de prevenir dedada no cu é evitar andar sem calças. As mulheres militantes de coletivos de esquerda têm todo o direito de andar com o cu exposto. Não cabe à sociedade criminalizar as vítimas pelas dedadas.

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