Os momentos de terror vividos pelo cantor e compositor Chico Buarque, covardemente agredido no Leblon, virarão filme.

Com verba aprovada pela lei Rouanet, o longa metragem custará sete milhões trezentos e oitenta e dois mil reais e oito contavos e será dirigido pelo cineasta Marcolino Jaguatirica.

“O documentário faz uma relação da agressão sofrida por Chico no Leblon com aquela que ele sofreu na época dos militares, quando se auto-exilou e foi sofrer as agruras do captalismo parisiense”, diz o diretor e roteirista.

Ele explica que a intenção do trabalho é sensibilizar a população aos recorrentes ataques de ódio e intolerância contra quem apoia o governo.

“Esse longa metragem tem uma função social, que é conscientizar a população da ascensão da extrema direita brasileira que promove esse tipo de brigas de bar. Mas claro que pretendemos também ganhar um Oscar”, esclarece.

O filme terá dramatização da briga, intercalada com imagens reais da mesma.

O elenco ainda está em fase de seleção.

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Joselito Müller é um personagem fictício que retrata as notícias do cotidiano. Numa classificação, seria um super-herói defensor dos… Defensor de nada, Joselito Muller é um personagem fictício que faz paródia de figuras públicas em situações cômicas. Nada é neste site é verdade, mas poderia ser. Além do charme, Joselito Müller é um competente jornalista, pioneiro no jornalismo de ficção brasileiro. Foi eleito três vezes consecutivas como um dos maiores filhos da puta da América Latina, além de ter sido indicado para o Pulitzer de reportagem mais escrota em 2013 e 2014.

3 COMMENTS

  1. A modéstia do autor da matéria não lhe permitiu contar toda a história. A mãe do Joselito foi convidada e já aceitou interpretar a Geni no referido filme.

  2. Bruno Gagliasso já foi o escolhido para viver o Chico jovem, época em que roubava carros dos burgueses paulistanos enquanto via a banda passar nesta avenida. A Odebrecht e a JBS já garantiram um gordo patrocínio através do BNDES e de alguns contratos com uma petroleira estatal. A trilha sonora será assassinada, digo, assinada por Tico Santa Cruz em parceria com Caetano Veloso, que promete uma versão de “Cálice” em ritmo de funk. José de Abreu viverá o presidente Médici, para quem Chico compôs Apesar de Você, apesar de você saber que a música também serve para Lula e Dilma.

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