MIAMI – Um improvável acontecimento movimentou o mundo esportivo e político na tarde de hoje, abalando a delicada reaproximação de Cuba e EUA.

O consagrado jogador de baralho olímpico, Hernandez Suarez de La Higuana, medalha de prata nas olimpíadas de Cê-ú, que havia desaparecido há mais de uma semana em Havana, foi encontrado na manhã de hoje ao desembargar em Miami, para onde fugiu singrando os mares numa tampa de caixa de isopor e remando com uma raquete de tênis revestida por plástico reciclado.

“Demorei pra caralho pra chegar, porque minha embarcação – se é que pode ser chamada assim – é meio precária”, explicou o atleta.

Visivelmente desnutrido, ele negou que tal condição se devesse à inusitada travessia marítima, mas sim, à escassez de alimentos na ilha.

“Nem protetor solar tinha lá e eu to aqui todo assado. Vou ter que passar uma semana na base do Hipóglos”, lamenta.

Por conta da façanha, o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com o Livros dos Recordes, conferiu a Hernandez o título de recordista mundial de canoagem.

“A questão não é nem a distância que ele atravessou, mas o fato de utilizar a tampa de uma caixa de isopor como embarcação e um remo improvisado o torna, sem dúvida, o maior canoísta de todos os tempos”, declarou o presidente do Guiness Book.

Em nota, o Ministério Cubano de Recaptura de Fugitivos declarou que desconhece os motivos que levaram Hernandez a se evadir da ilha, mas mencionaram o fato de “termos conhecimento de que a mulher dele é muito chata e ciumenta, e talvez ele tenha decidido ir embora por isso”.

O presidente Barack Obama, por sua vez, declarou que, “não pretendemos criar mal estar entre nosso país e Cuba, e estudamos a possibilidade de devolver o fugitivo para os Castros”.

Hernandez declarou que já pensa em fugir para outro lugar, mas ainda não sabe para onde.

 

* Sugerido pelos malucos da página Bolsonaro Zuero.

1 COMMENT

  1. Para sair de algum país que não seja Cuba, não é preciso fugir: o indivíduo simplesmente vai.
    Mas, de fato, para sair da ilha da maravilha cubana, é necessário pegar uns “transportes” insanos.

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