BRASILIA – O Diário Oficial da União de hoje publicou uma informação que deixou muitos internautas intrigados, suscitando ferozes questionamentos a respeito do zelo com o qual o governo federal vem tratando o erário.

A publicação referida se refere ao gasto de 14 milhões de reais e 3 centavos para a criação da comunida “Humaniza Redes” na rede social Orkut.

Segundo o porta-voz do Ministério de Combate ao Bulling na Internet, “a criação da comunidade é parte de um plano de trabalho que já vem sendo aplicada, mediante a criação do canal #HumanizaRedes no Twitter e no Facebook, que tem como objetivo combater o ódio contra o governo na internet”.

Ele informa que “a comunidade no Orkut demorou mais a sair por problemas burocráticos, já que tentamos fazer uma licitação anteriormente, mas ninguém quis concorrer”.

HumanizaO projeto #HumanizaRedes, severamente criticado por internautas, gerou polêmica ao pagar 300 mil reais por uma logomarca que muitos afirmam ser plagiada.

Além disso, a iniciativa tem gerado críticas pelo fato de, segundo conservadores, as redes sociais já disporem de mecanismos para denunciar conteúdo criminoso.

Segundo os idealizadores, a iniciativa já vem tendo resultados positivos, pois as críticas à presidente DiIma têm sofrido severas limitações de alcance: “É um avanço combater o ciber-bulling contra uma mulher do sexo feminino, que não se submete aos padrões de beleza impostos pelo patriarcado e que é perseguida pelos poderosos que não admitem que uma pessoa em tal condição presida o Brasil”.

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Joselito Müller é um personagem fictício que retrata as notícias do cotidiano. Numa classificação, seria um super-herói defensor dos… Defensor de nada, Joselito Muller é um personagem fictício que faz paródia de figuras públicas em situações cômicas. Nada é neste site é verdade, mas poderia ser. Além do charme, Joselito Müller é um competente jornalista, pioneiro no jornalismo de ficção brasileiro. Foi eleito três vezes consecutivas como um dos maiores filhos da puta da América Latina, além de ter sido indicado para o Pulitzer de reportagem mais escrota em 2013 e 2014.

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