O ativista de direitos humanos, meio ambiente e conhecido defensor do desarmamento civil, Dionísio Diógenes Hermógenes Hermes, foi assaltado à mão armada na manhã de hoje quando saía de um ato em defesa do desarmamento.

“Estacionei meu carro longe do local do ato, porque não encontrei vaga. Quando vinha voltando, o cara apontou uma arma e anunciou o assalto”, afirma.

Ele explica que tentou argumentar com o meliante, mas foi em vão.

“Eu disse para ele: ‘olha aqui, cara, essa minha camisa branca com a pomba da paz significa que sou a favor do desarmamento. Você está cometendo um erro ao portar essa arma aí. As armas matam muitas pessoas todos os dias”, pondera.

“Ele respondeu que compreendia meu lado, mas não podia fazer nada, pois estava só trabalhando”, revela o ativista.

Ele contou à nossa reportagem que no momento do assalto dois policiais passavam pelo local.

“Quando notei que os policiais iam reagir, gritei logo: ‘não, cara, não reaja não. Nunca se deve reagir a assaltos. Além do mais, sou contra o porte de armas por policiais”.

Dionísio Diógenes afirma que não prestou queixa na delegacia, e que o ato “serviu como incentivo à minha militância. Se todos os ladrões do mundo se convencerem que portar arma de fogo é errado, não vai mais existir assaltos”, explica.

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Joselito Müller é um personagem fictício que retrata as notícias do cotidiano. Numa classificação, seria um super-herói defensor dos… Defensor de nada, Joselito Muller é um personagem fictício que faz paródia de figuras públicas em situações cômicas. Nada é neste site é verdade, mas poderia ser. Além do charme, Joselito Müller é um competente jornalista, pioneiro no jornalismo de ficção brasileiro. Foi eleito três vezes consecutivas como um dos maiores filhos da puta da América Latina, além de ter sido indicado para o Pulitzer de reportagem mais escrota em 2013 e 2014.

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