pedestres

Brasília –  A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, juntamente com a Secretaria dos Direitos Humanos, está abrindo um concurso para definir um novo nome para a “Faixa de Pedestres”.

Alguns senadores e deputados entenderam que o termo é pejorativo e pode ser contrário ou preconceituoso, pois a “Faixa de Pedestres” também é de uso para pessoas com habilidades motoras ou habilidades especiais, inclusive para pessoas em cadeira de rodas.

Defensores dos direitos das minorias LGBT estão sugerindo que se chamem “Faixa de Rolagem”, porém a Defensoria dos Direitos dos Gordxs (gordos e gordas feministas) defendem que nem todos os gordos rolam, assim como a grande maioria das pessoas.

A Entidade Defensora dos Direitos dos Negros protestou contra o fato do asfalto ser negro e a faixa de pedestres ser branca, pedindo que as cores fossem invertidas ou que fossem impressas as frases : “Viu como é pisar num 100% Branco” ou “Vocês pisam na gente o tempo todo, agora é nossa vez”. A entidade Zumbi dos Palmitos defende que existam cotas para afropedestres, porém não souberam dar mais detalhes.

No próximo mês será realizada uma votação, porém o resultado final será definido pelas minorias e não pela maioria, para que todos os direitos das minorias sejam respeitados. Ou seja, o vencedor perde e o perdedor ganha, ou vice-versa.

O Denatran ainda não se posicionou sobre a possível alteração, mas os técnicos parecem não ter nenhuma objeção. A mudança também refletirá nas estatísticas, pois assim, o número de pessoas atropeladas nas faixas de pedestres nunca serão computados.

“A travessia é algo pavoroso. Jogo GTA 5 e vejo o tempo todo como as pessoas são atacadas brutalmente pelos motoristas” disse Jenial Mendes, 47 anos, idealizador do programa. Jenial disse que vai sair da casa da mãe mais vezes e tentar conversar com mais de 2 pessoas para ver a receptividade da proposta.

 

 

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