BERLIM – A polícia alemã divulgou na manhã de hoje que conseguiu desarticular um plano de ativistas sociais que pretendiam interromper a Final da Champions League para discutir “questão racial, questão do aborto e outros temas sociais” com as torcidas do Barcelona e Juventus, no último sábado.

Segundo o porta voz da polícia, “o plano dos ativistas era interromper o jogo utilizando megafones, mediante alegação de que a final da Champions League não é mais importante que as questões raciais e do aborto.”

cl2A polícia avalia que, caso os articuladores do plano macabro tivessem iniciado a execução do mesmo, dificilmente o jogo teria acontecido, “já que a maior parte dos que puderam pagar pelos ingressos são pessoas de classe média alta, que decerto se calariam para ouvir a explanação dos militantes, já que ‘quando o oprimido fala, o opressor cala a boca’”.

Setores progressistas de todo o mundo lamentaram a ação policial, e divulgaram um abaixo assinado em repúdio ao que chamaram de “boiocote da UEFA às discussões sociais”.

No mesmo documento, eles lamentaram a baixa audiência dos jogos da Copa do Mundo de futebol feminino, que teve início no último sábado, adjetivando o desinteresse pelo evento de “puro machismo”.

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