A deputada federal Maria do Rosário, do Partido dos Trabalhadores, protagonizou uma gafe que gerou críticas severas de companheiros do próprio partido.

Rosário, que é conhecida por defender os direitos humanos, se preparava para uma entrevista na qual falaria sobre os recentes casos de violência no Brasil, quando, segundo ela mesma, “senti uma pontada na barriga e imediatamente senti uma vontade incontrolável de cagar”.

A deputada saiu às pressas, caminhando com passinhos ligeiros, mas sem afastar muito as pernas uma da outra e semi curvada sobre si mesma, segurando a barriga com as mãos.

Assessores da deputada informaram que minutos mais tarde um médico cubano foi visto batendo a porta do banheiro, segurando um copo no qual continha chá do olho da goiabeira, mas foi recusado pela parlamentar que exigiu que um outro profissional receitasse algo para seu mal súbito.

“Um dos médicos da Câmara Federal foi chamado e deu um emozec para ela, que ficou boa na hora”, disse o estagiário que presenciou toda a cena e se dirigia ao WC levando dois rolos de papel higiênico.

Ainda convalescendo da diarreia, Rosário, visivelmente amarela, declarou que “ainda bem que o médico não era cubano, pois um chá não ia dar jeito. E ainda bem que não estamos na Venezuela e temos papel higiênico”.

O comentário foi alvo de críticas, mas a representante dos gaúchos desconversou dizendo que a culpa tinha sido de uma feijoada que comeu no almoço.

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